CIOs afirmam que compra do LinkedIn pela Microsoft pode impulsionar colaboração entre funcionários

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CIOs afirmam que compra do LinkedIn pela Microsoft pode impulsionar colaboração entre funcionários
CIOs afirmam que compra do LinkedIn pela Microsoft pode impulsionar colaboração entre funcionários

A recente aquisição da rede social corporativa LinkedIn pela Microsoft pode oferecer aos negócios uma ferramenta estratégica que poderá impulsionar a colaboração e a interação social entre colaboradores de uma mesma empresa. Isso é o que afirmam analistas e CIOs entrevistados pelo Wall Street Journal.

A adoção de ferramentas sociais por empresas não tem sido um movimento muito rápido, porque muitas plataformas sociais não entendem realmente muitas necessidades de negócios.

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O movimento Microsoft e LinkedIn pode mudar um pouco esse cenário. Por exemplo: conectando o LinkedIn ao Office pode resultar em uma integração que permite a participantes de uma reunião aprender mais uns sobre os outros, por meio de invites enviados ao calendário, afirma Jay Greene, do WSJ.

Na opinião de Steve Phillips , CIO da Avnet Inc., a compra mostra como ferramentas sociais estão se tornando mainstream nas empresas e traduzem como funcionários realizam negócios todos os dias.

” Muito do que a Microsoft está tentando fazer é criar mais de um tecido social que permite à empresa costurar muito mais dessas relações”, disse Vanessa Thompson, analista da IDC

Outro ponto interessante: de acordo com o CIO do Bank of New York Mellon Corp, Suresh Kumar, regras de compliance e segurança da instituição impedem que funcionários acessem o LinkedIn para entrar em contato com possíveis clientes e ampliar a rede de contatos corporativa. A integração pode derrubar essa barreira e “pode permitir a uma empresa alavancar o conhecimento ou relações de funcionários mais facilmente”, completa.

Para Ted Ross, CIO da cidade de Los Angeles, a aquisição pode permitir à Microsoft combinar componentes de software empresarial não apenas com a base de dados do LinkedIn, mas também com ferramentas de aprendizagem como a Lynda.com, que a rede social adquiriu recentemente.

Já Brent Thill, analista de software da UBS, acredita que o movimento pode acelerar o fluxo de negócios no mercado ferramentas sociais no local de trabalho.

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