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Cijun otimiza o monitoramento de sistemas públicos de Jundiaí

Obter a visibilidade adequada de todo o ambiente de TI, visando prever possíveis falhas e trabalhar de forma pró-ativa para tornar a experiência de trabalho mais efetiva e contínua é primordial e inerente a todos as áreas e empresas prestadoras de serviços de tecnologia da informação. Com essa necessidade batendo à porta, a Companhia de Informática de Jundiaí (Cijun) abriu, ainda em 2010, uma licitação em busca de uma nova solução para substituir a ferramenta open source Nagios, com o intuito de aplicar a nova tecnologia para monitorar, de forma integrada, os sistemas e os servidores do ambiente de TI de toda a rede de informática e de telecomunicações da prefeitura e do DAE (Divisão de Água e Esgoto S/A) da cidade do interior de São Paulo, além de expandir essa gestão para outros clientes.

?Queríamos uma solução que possibilitasse uma postura mais efetiva do departamento de TI, através de um suporte preventivo. Em outras palavras, não queríamos enfrentar surpresas em nossas operações, nem ter que responder todo o tempo a questões como ?por qual motivo o sistema está lento??, conta Daniel Bocalão, diretor-presidente da Cijun. ?A ideia é que pudéssemos resolver os problemas antes que eles acontecessem.?

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A OpServices venceu a licitação com a solução OpMon e, segundo a Cijun, a ferramenta ?demonstrou ter o melhor custo benefício e o nível de excelência exigido?.

Tecnologia escolhida, a Companhia começou a implementação da solução em seu centro de operações de rede (NOC), processo que levou apenas três meses, e a maior dificuldade encontrada pela instituição durante a transição foi a estruturação dos níveis de monitoramento dos sistemas.

A grande diferença notada pelo executivo, após as primeiras utilizações do OpMon, foi a capacidade de obter a visibilidade completa dos acontecimentos na rede, gerenciando os recursos do servidor, identificando qual era consumido em maior volume ao longo do tempo, capacitando a equipe para agir antes que os problemas ocorressem.

Outro fator fundamental de sucesso na continuidade do uso do OpMon são os robôs da solução, que verificam se as transações estão dentro do previsto ou se algo está fora dos padrões definidos e, se detectada alguma irregularidade, um alerta é enviado aos responsáveis. ?Eu me preparo, estou um passo antes da reclamação, através da leitura e identificação dos fluxos da rede?, explica Bocalão. ?A solução me permite monitorar os itens críticos dos servidores, testar os recursos da infraestrutura, o que também auxilia no cumprimento dos acordos de níveis de segurança (SLA). Em suma, tenho maior controle do ambiente de TI.?

A otimização também merece destaque: quando o processo de monitoramento do sistema era feito manualmente, as transações demoravam um tempo maior para serem concluídas e estavam sujeitas a mais erros. Com o OpMon, isso é feito automaticamente, o que agiliza e qualifica o processo.

Aproveitando toda a nova forma de gestão, a Cijun também conseguiu entender o fluxo do consumo de dados realizado através de dispositivos móveis trazidos pelos funcionários de cada um de seus clientes, o que auxiliou na compreensão e estruturação, em alguns casos, de políticas de disponibilidade de acesso.

A consumerização chegou num momento interessante, pois o OpMon, como Bocalão descreve, é agnóstico ao tipo de hardware que acessa a rede, então a solução ajudou a otimizar, também, as conexões de máquinas mais antigas, consumir corretamente os recursos de dispositivos mais novos, e entender os motivos pelos quais os funcionários conectavam seus smartphones, por exemplo, ao sistema corporativo. ?É uma visibilidade única para nós e uma transparência muito desejada pelo cliente?, comenta.

Hoje, os projetos da Cijun acoplam desde a automação dos processos, otimização da plataforma de interação com os cidadãos, inclusão digital, até instalação de infraestruturas para a capacitação através do ensino a distância (EAD), serviços web, além ?de uma série de serviços?, explica Bocalão. ?Usamos o OpMon em, pelo menos, 90% dos nossos clientes.?

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Redação
14 anos ago

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