Marco Vorrath, diretor de vendas B2B da Acer Brasil. Foto: Divulgação
Trabalho híbrido, nuvem e inteligência artificial: esses são só algumas das razões para que os ciberataques tenham se tornaram mais sofisticados, rápidos e perigosos ao longo dos últimos anos. Para as empresas e organizações de modo geral, isso significa uma enorme complexidade de defesa, com ameaças difíceis de detectar, e a iminência de investir em mudanças na forma como se pensa em segurança da informação.
“A cibersegurança deixou de ser apenas uma preocupação técnica e passou a ocupar o centro da estratégia de negócios. Hoje, proteger identidade, dispositivos e dados é essencial para garantir continuidade operacional e competitividade”, diz em comunicado Marco Vorrath, diretor de vendas B2B da Acer Brasil.
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O executivo lista a seguir cinco ações que toda empresa deveria tomar para estar mais protegida. São elas:
O uso de inteligência artificial por criminosos aumentou a sofisticação de ataques como phishing e engenharia social, tornando as mensagens fraudulentas quase idênticas às legítimas. Isso diminui a eficácia de treinamentos pontuais, tornando fundamental investir em conscientização contínua e em dispositivos corporativos com soluções de segurança também baseadas em IA.
Ransomware e extorsão permanecem entre os principais vetores de ataque na América Latina, com criminosos aprimorando táticas ao não apenas criptografar sistemas, mas também ameaçar vazar dados sensíveis. No Brasil, empresas de médio porte, especialmente aquelas com infraestrutura descentralizada e controles de acesso frágeis, estão entre os alvos mais comuns. Para o especialista, políticas de backup sozinhas não bastam, e medidas como governança de identidade, segmentação de rede e atualização dos dispositivos são essenciais para mitigar riscos.
Com o trabalho híbrido e a adoção massiva de soluções em nuvem, o perímetro físico deixou de existir e a identidade digital do funcionário virou o principal ponto de ataque. Grande parte dos incidentes começa com credenciais comprometidas, reutilização de senhas ou ausência de autenticação multifator (MFA). Dispositivos corporativos com recursos de autenticação biométrica, proteção de credenciais e isolamento de processos são estratégicos na arquitetura de segurança das empresas, diz Vorrath.
A análise de grandes volumes de dados de segurança permite correlacionar eventos, identificar padrões globais e responder a incidentes rapidamente. Por isso a importância de ambientes integrados, com hardware, sistema operacional e ferramentas de segurança em coordenação. Isso significa equipamentos corporativos preparados para integrar diferentes camadas de proteção.
A cibersegurança não é apenas uma camada de software. A proteção começa no hardware, com recursos como TPM 2.0, criptografia de dados, BIOS segura e autenticação biométrica, defende o especialista.
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