Você já pode ter ouvido falar sobre chips que imitam o funcionamento de órgãos humanos (os Organs-On-Chips, da startup Emulate) e até mesmo patentes de chips que podem ser acoplados à pele.
Então qual seria a surpresa se você pudesse atender um telefonema diretamente na sua cabeça? Isso pode ser realidade em um futuro não muito distante, de acordo com especialistas da indústria que foram entrevistados pelo World Economic Forum, que acontece em Davos, na Suíça.
De acordo com Erik Brynjolfsson, diretor da iniciativa sobre Economia Digital na Sloan School of Management, do MIT, estamos entrando na segunda Era das máquinas. “Computadores e outros avanços digitais estão indo em direção ao poder mental – a habilidade de usar nossos cérebros para entender e moldar ecossistemas – o que a máquina a vapor e seus descendentes fizeram para o trabalho braçal”, disse.
De acordo com especialistas, os smartphones “incorporáveis”, ou os dispositivos que são implantados no organismo que usam tecnologia wireless podem estar comercialmente disponíveis em 2023.
Apesar de parecer algo estranho para ser adotado pelo grande público, a área da saúde pode ser beneficiar desse tipo de investimento. Dispositivos podem monitorar as funções vitais do corpo, como nível de glicose no sangue, os batimentos cardíacos e até mesmo enviar alertas quando identificar alguma doença.
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