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A nova versão detecta e desativa as variantes minoritárias do vírus. Ou seja, as evoluções menos complexas, que servem apenas para ocultar a presença do Loveletter, são descobertas pelo aplicativo. Entre essas modificações superficiais, as mais comuns nas variantes do Loveletter são o nome do arquivo, o script de Visual Basic ou do assunto do e-mail que o carrega.
O system engeneer da CA, Alexandre Bandeira, disse ao IT Web que durante o ataque do vírus, nesta quinta-feira, o acesso ao serviço de suporte da CA atingiu o dobro da média de dias normais.
“O Loveletter provocou danos maiores em servidores de e-mails, já que muitos foram derrubados, do que no computador dos usuários”, afirmou.
Módulo recomenda treinamento de funcionários
Uma das maneiras de se evitar o ataque de vírus em redes corporativas é o treinamento dos funcionários. O gerente de tecnologia da Módulo, empresa especializada em segurança de redes, Nelson Correa, afirma que há procedimentos simples que impedem ataques como o do Loveletter.
“Primeiro, veja se há relação entre o destinatário, o título da mensagem e o conteúdo do e-mail. Uma mensagem com o título ‘I love you’ não é comum dentro de empresas”, ressalta.
Segundo Correa, no caso de uma mensagem aparentemente estranha, o correto é – antes de ativar qualquer arquivo atachado – pedir uma confirmação para o susposto remetente de que foi ele mesmo que a enviou.
Redação
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Pamela Sousa
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