O primeiro problema foi descoberto em 1998, ele permitia que fragmentos de informações de arquivos deletados fossem diluídas em outras áreas do documentos que não eram usadas. Esses dados podiam conter qualquer coisa do dono do computador, incluindo senhas, seções de outros documentos e correspondências.
Qualquer um que copiar esses documentos e navegar por eles usando um editor de caracteres binários – um programa que permite navegar pelo código do documento – pode facilmente visualizar essa informação extra, que de outro modo estaria invisível.
Os programas que produziram esse tipo de problema foram o Word 6.0 e 7.0, mais a versão 7 do PowerPoint e do Excel. Embora uma correção tenha sido liberada, os documentos criados antes da aplicação da correção e que não foram depois modificados podem ainda ter o problema.
Os sites do governo dos Estados Unidos parecem ser vulneráveis com mais de 240 mil documentos em Word e 32 mil arquivos do PowerPoint. Uma averiguação rápida mostra que até 5% desses documentos foram criados com o problema. O defeito tem proporções globais, embora ele seja mais evidente nas áreas onde o uso comum da internet era mais predominante, tais como no Canadá, França, Austrália e Nova Zelândia.
por Eduardo Barros A transformação da inteligência artificial (IA) nos negócios lembra o que aconteceu…
A Snowflake anunciou os resultados financeiros do primeiro trimestre do ano fiscal de 2027, encerrado…
A Comissão Europeia determinou que a Meta reestabeleça o acesso de assistentes de inteligência artificial…
As negociações com as ações da SpaceX têm início nesta quinta-feira, 12, em uma oferta…
A ascensão dos agentes de inteligência artificial (IA) está criando uma oportunidade para plataformas de…
Continuam abertas as inscrições para o prêmio Executivo de TI do Ano 2026. A iniciativa,…