Ao dizer-se surpresa com a atitude do executivo, a Telecom Itália, de acordo com a nota, justifica que está visando “exclusivamente os interesses da Brasil Telecom e seguindo todos os passos necessários para a avaliar a participação da operadora no leilão”.
A Telecom Itália argumenta que a direção da BR Telecom não forneceu até agora aos conselheiros “as informações mínimas necessárias sobre as estratégias da companhia para o leilão, como plano de negócios, investimentos para aquisição da licença e implementação dos serviços, fontes dos recursos, projeções de retorno do investimento, modelo de organização societária da subsidiária integral e parceiros”.
A Br Telecom já teve seu primeiro pedido de adiamento ao leilão rejeitado pela comissão de licitação da Anatel, sob o argumento de que não foram encontradas justificativas suficientes para modificar a data prevista no edital, 24 de janeiro, para a entrega dos preços dos leilões das bandas C, D e E.
Na sexta-feira, a Brasil Telecom e a Telemar divulgaram acordo para criação de um consórcio para disputar as licenças D e E, tendo comoárea de interesse a região 3, que abrange o estado de São Paulo. O presidente da Telemar, Manoel Horácio da Silva, por sua vez, diz que a briga não vai interferir na negociação recém-anunciada e afirma que não vai se envolver na discussão entre as duas companhias
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