Boucinhas cuidará da unidade de e-business na consultoria

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Boucinhas cuidará da unidade de e-business na consultoria

O executivo que até março estará de férias se diz confiante no trabalho a ser executado pela divisão, que funciona desde o final de 1999 e hoje tem como um dos carros-chefe o portal de excedentes para o setor de embalagens, Excess Channel ?A experiência de um ano e três meses meses no Globo.com deu para alavancar contato com parceiros, players e o acompanhamento do mercado online”, afirma.

A Boucinhas & Campos, além das unidades de Internet Businesss e consultoria, possui divisões de auditoria, outsourcing e inventários para computadores. Segundo o executivo, a área de negócios voltadaà Web corporativa trabalha desde a elaboração de estratégias para a entrada das empresas tradicionais (de tijolo-e-cimento) no mundo virtual ao modelo de incubadora de projetos.

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Um dos fortes modelos de atuação nessa área, segundo Boucinhas será a realização de acordos estratégicos para que também sejam oferecidas tecnologias de comercialização via Web. O Excess Channel, por exemplo,é realizado em parceria com a Associação Brasileira de Embalagens (Abre).

Outro foco de interesse da unidade é a área pública, especialmente, os projetos do e-gov.Jà temos forte atuação nesse campo e vamos reforçar as estratégias, comenta ao destacar que a empresa possui filial já instalada em Brasília.

Sem informar os valores de faturamento da consultoria no ano passado, o executivo adianta que as metas da Boucinhas & Campos são de promover um crescimento de 30% a 40%, em grande parte impulsionado pelo e-ebusiness.Vivemos hoje um momento de desilusão com a Internet, mas esse é um processo sem volta, tanto em termos de benefícios como de relacionamento entre empresas, assegura o executivo.

Sobre os novos projetos da unidade de Internet Business, Boucinhas diz que só a partir de março montará por completo o planejamento estratégico. O público-alvo dos projetos, segundo ele, são os mais variados desde que não entrem conflito com o foco do Globo.com.Não só pelo período de ‘quarentena’ (acordo usualmente realizado com grandes corporações para que os executivos não atuem junto à concorrência durante certo período de tempo) como por uma questão de atuação pessoal, ressalta.

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