BI, BA e nuvem: integração aumenta receita em até 15%

Mais do que praticidade, esta é uma integração que pressupõe assertividade, revela especialista

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AugustoFleck

Uma pesquisa da Forrester Consulting acaba de mostrar que empresas que investem em estratégias de Business Intelligence e Business Analytics em conjunto com seus projetos de cloud computing tendem a registrar crescimento de receita em torno de 15% só em função destes investimentos.

O levantamento aponta uma preocupação das empresas em deixar para trás sistemas de BI e BA projetados em silos, tendo em vista soluções de análise de dados que melhorem a visibilidade de todas as áreas de negócios e que, principalmente, deem autonomia a usuários destes departamentos para que tomem decisões focadas no incremento de competitividade.

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Outra indicação do estudo é que as organizações estão mais adeptas a soluções que sejam fáceis de usar, já que o foco é se preocupar com os dados extraídos e as análises realizadas, e não com complexidades técnicas dos sistemas.

O CTO da BIMachine, empresa especializada em soluções de Business Intelligence, Augusto Fleck (foto), avalia que a pesquisa é recente, mas o assunto não é de hoje.

“Está mais do que na hora de o mercado perceber o quanto a flexibilidade, acessibilidade e facilidade de uso do BI e BA são imprescindíveis para melhorar as análises, tomadas de decisão e a competitividade das empresas”, comenta o gestor.

De acordo com o especialista, um software analítico precisa ser amigável e dar autonomia para que o usuário realize suas análises sem ficar 100% dependente da TI.

“Uma boa solução desta área tem de liberar a TI para desígnios estratégicos do negócio, dedicando tempo ao BI somente no que for tangente à implantação, migrações e outros quesitos técnicos”, ressalta Fleck.

Atrelada à nuvem, a tecnologia de Analytics pode representar um motor para o crescimento de empresas de todos os nichos e portes, por meio da entrega de dados e análises sempre à mão dos gestores, onde quer que o negócio exija que estejam. “Mais do que praticidade, esta é uma integração que pressupõe assertividade, e estes são dois fatores que não podem faltar na receita de expansão de qualquer organização”, finaliza o CTO.

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