Bancos precisam se movimentar para capitalizar no B2B

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Bancos precisam se movimentar para capitalizar no B2B

No mercado global, os bancos possuem uma posição dominante nas transações de pagamentos B2B, em função de investimentos significativos em sistemas sofisticados e seguros. Mas, segundo Richard N. Speer Jr., CEO da S&A, as expectativas de rápido crescimento do comércio B2B na Internet estão gerando novos participantes na América Latina. Além disso, as parcerias tecnológicas e iniciativas de pesquisa e desenvolvimento estão levando a novos modelos de negócios, que podem reduzir o papel dos bancos no comércio B2B na região.

Richard Speer indica que o caminho para os lucros para as instituições financeiras está na solidificação do relacionamento com o cliente, oferecendo serviços de valor agregado como logística de entrada, câmbio estrangeiro, financiamento, cartões de obtenção, certificados digitais, cobrança eletrônica, administração de inventário, serviços de crédito, pagamentos eletrônicos e conclusão de acordos.

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Para Marilyn J. Parker, vice-presidente internacional da empresa, os próximos dois ou três anos representam um período fundamental. para o mercado latino-americano de B2B, em que as empresas iniciantes na área emergirão e os vencedores se consolidarão. “Devido às sólidas capacidades em pagamentos, gestão de dinheiro e comércio internacional, os maiores bancos da América Latina estão numa posição privilegiada para desempenharem um importante papel em transações B2B”, afirma ela.

De acordo com o Estudo da S&A, os intercâmbios B2B de maior sucesso realizam-se em ambientes com características como alto nível de fragmentação (tanto do comprador como do vendedor), ineficiência amplamente espalhada em processos de negócios, um mercado amplo, solidez financeira para investir em tecnologia necessária, formação de alianças eficazes e habilidade de alavancar o poder da nova tecnologia.

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