O Banco Central de Bangladesh abandonou as investigações sobre o ataque hacker ao sistema de transferências bancárias Swift, que resultou em um rombo de US$ 81 milhões nos cofres da instituição.
O banco teria contratado a empresa de segurança FireEye para realizar a investigação, mas decidiu encerrar o contrato, recusando pedido de prorrogação para mais horas de trabalho. Os autores do roubo continuam sem serem identificados. A ideia da Mediant, unidade de investigação da FireEye, era descobrir como cibercriminosos conseguiram invadir o sistema.
Investigações locais apontaram que, na época do ataque, as defesas da instituição eram fracas – o banco não estaria usando firewall e teria adquirido roteadores baratos para permitir a conexão com o Swift.
Apesar disso, Atiur Rahman, ex-líder da instituição bancária que foi pressionado a renunciar após o ataque, culpa uma falha no sistema Swift pelo ocorrido. “Bangladesh não deve ser culpado por algo te dado errado na cadeia”, afirmou ele recentemente. O executivo apontou, em especial, o Federal Reserve Bank of New York, instituição na qual o Banco Central de Bangladesh tinha seu dinheiro guardado.
por Eduardo Barros A transformação da inteligência artificial (IA) nos negócios lembra o que aconteceu…
A Snowflake anunciou os resultados financeiros do primeiro trimestre do ano fiscal de 2027, encerrado…
A Comissão Europeia determinou que a Meta reestabeleça o acesso de assistentes de inteligência artificial…
As negociações com as ações da SpaceX têm início nesta quinta-feira, 12, em uma oferta…
A ascensão dos agentes de inteligência artificial (IA) está criando uma oportunidade para plataformas de…
Continuam abertas as inscrições para o prêmio Executivo de TI do Ano 2026. A iniciativa,…