Atitude colaborativa é estratégia para inovação

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Atitude colaborativa é estratégia para inovação
Atitude colaborativa é estratégia para inovação

A edição 2016 do IT Forum Expo, que teve sua abertura na manhã de hoje (08/11), no centro convenções do WTC, em São Paulo, atraiu executivos e profissionais dos setores de tecnologia da informação e telecomunicações, interessados em absorver conhecimento e trocar ideias que contribuam para a sua evolução. Na palestra “Sua melhor ideia será gerada por outra pessoa”, Otávio Dias, presidente da agência de publicidade Repense, defendeu o conceito de colaboração como mote para a inovação.

Segundo ele, desde o nascimento da Repense, há dez anos, a proposta foi criar um DNA de forte conceito colaborativo, com o objetivo de desenhar projetos inovadores, unindo habilidades diferenciadas de cada um dos colaboradores. “Nossa empresa foi construída, literalmente, sem paredes.Todos os ambientes estão integrados, justo para facilitar e promover o que batizamos de ‘Atitude Colaborativa’”, destacou Dias.

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Pedro Venturini, coordenador do Open Innovation, uma unidade que cuida de projetos que envolvem startups na empresa, falou sobre a importância que essas iniciantes têm para a empresa e também para o mercado. Contudo, alerta para que, ao comprá-las ou mesmo realizar qualquer tipo de parceria com elas, é muito importante que sejam preservadas em sua essência. “As startups devem permanecer startups”, ensina.

Com isso, prossegue o executivo, é preciso que sejam respeitadas suas ideias, explorada a diversidade de talentos, independentemente das tradicionais normas da corporação, e ainda identificar as habilidades que elas podem trazer para renovar o ambiente corporativo.

E ele perguntou: “O que as startups têm que as empresas consolidadas não têm?”. Venturini destaca que é o talento para conquistar o mercado em alta velocidade, desenvolvendo um produto com foco total na experiência do usuário e em suas mais prementes necessidades.

Mas a dica vital para quem quer chegar à inovação é começar a mudança dentro de casa, antes de se aventurar em uma transformação tecnológica, na avaliação de Dias. Por essa razão, acredita que o processo que leva à inovação é um exercício coletivo.

Ele diz que construir um ecossistema com colaboradores internos e externos pode aprimorar projetos e trazê-los para outra dimensão. “Um exemplo é o Think & Love, um portal que tem um conceito transformador, por reunir atores importantes da sociedade como ongs, e outras organizações sociais, que trazem em sua essência a defesa de causas”, ressalta Dias, para quem o projeto é uma iniciativa de inovação aberta, com colaboração, que une marketing e causas, em harmonia com o desenvolvimento social.

Mas por que Repense? “Pensar é uma atitude sábia. Repensar é buscar novos caminhos, unir ideias e ir além”, respondeu o comandante da Repense, que se denomina um dos “repensadores” do ecossistema que tem como bandeira a inovação.

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