É sintomático: basta pronunciar as palavras “automação”, “transformação digital” e “carreira” para deixar gestores e colaboradores apreensivos. Por outro lado, profissionais que estão adaptados ao aprendizado contínuo podem encarar a tendência como um momento de virada — especialmente quem pretende trocar uma carreira tradicional por novos desafios. Há espaços e vagas em vários níveis de atuação. Palavra de quem entende do assunto. Com passagens por Accenture e Stefanini, Wander Cunha é um dos líderes dessa transição na multinacional de serviços digitais brasileira Tivit.
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“Quando a gente fala de transformação, não necessariamente estamos falando do perfil técnico de desenvolvimento, que demanda uma super especialização. Estamos falando de perfis diferentes, por exemplo: nosso líder da área de design thinking é formado em Comunicação e tem um desempenho espetacular. Há espaço e meios para formar essas pessoas”, comenta Cunha.
O executivo ainda aponta que a transformação digital requer uma mudança de mentalidade cultural que é ainda mais profunda — e vai além da automação de atividades e agilidade em processos. Confira os destaques da entrevista e fique por dentro dos perfis mais buscados pela Tivit:
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