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Para desenvolver o Whirpool, Paulo Barreto, criptógrafo chefe da Scopus, dedicou cinco meses de trabalho, que contou com apoio da Scopus e do Larc – Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – e com a parceria do criptógrafo belga Vincent Rijmen. Barreto explica que o processo é trabalhoso devido ao número de testes realizados pelo Nessie para avaliar a robustez, segurança e velocidade do algoritmo.
Depois da seleção, o Nessie deve apresentar os algoritmos ao ISO (International Organization for Standardisation) e a IETF (Internet Engineering Task Force). Barreto acredita que o reconhecimento do Whirpool pelas entidades de padronização deve comprovar a interoperabilidade do algoritmo com sistemas de outros países que adotam as mesmas certificações.
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Pamela Sousa
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