O novo produto permite o controle do ciclo de vida do cartão e de seus aplicativos, inclusive atualizações nos dados registrados no plástico após a sua emissão. Segundo Eduardo Kfouri, presidente da ACI, a empresa deve atender a partir de 2003 uma demanda que pode chegar a 150 milhões de cartões de débito no país, envolvendo a migração da tarja magnética para o chip.
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