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Com a quarta geração de processadores Core, que chegará ao mercado no segundo trimestre deste ano, surgirá uma nova era na computação:a consolidação dos dispositivos conversíveis. Muito mais do que um notebook ou um tablet, desempenho dos chips, prometeu a Intel, levará a computação a um outro nível.
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Durante o Intel Solutions Summit (ISS 2013), realizado de 19 a 22 de março em Los Angeles (Estados Unidos), a companhia informou que espera 50 novos modelos de conversíveis durante o período de Festas, englobando o feriado do Natal.
“As linhas da computação móvel estão ficando borradas”, comentou Kirk Skaugen, vice-presidente do grupo de PCs da empresa, sobre o conceito dos híbridos que toma força no mercado. Com esta nova modalidade de híbridos, encontram-se os conversíveis e aqueles com teclados acoplados, com forte concentração em modelos com telas de 11 a 14 polegadas.
Nos corredores da feira, um executivo comentou esse comportamento: “em pouco tempo, veremos que não haverá mercado para tablets de dez polegadas por conta dos híbridos. Os tablets ficarão fortes mesmo na categoria de sete polegadas.”
A companhia informa que a quarta geração de processadores core para tablets permitirá, com a tecnologia de 22 nanômetros, duas vezes mais performance com o mesmo consumo de bateria. “Vamos dobrar nossa capacidade tanto em Windows 8 quanto em Android”, prometeu o VP de PCs.
Além do desempenho, a tecnologia de comando por voz também será mandatória.
Toque e espessura
Antes do lançamento do conceito de ultrabook – que é o notebook mais estilizado, leve e potente – a média de espessura dos laptops do mercado era de 35 milímetros. Hoje, explicou CJ Bruno, vice-presidente e gerente geral da fabricante para América Latina, está em 25 milímetros. Segundo executivos da empresa, a quarta onda dos processadores Core da empresa permitirão a produção de dispositivos com 14 milímetros de espessura.
“O toque será um requerimento para os produtos de quarta geração”, explicou Skaugen. Segundo o executivo, em pesquisa feita com usuários de computadores, verificou-se que no casod e ultrabooks, o primeiro comando que a pessoa teve o ímpeto de dar foi usando a tecnologia de toque, com aproximadamente 80% das respostas. Na sequência, vieram teclado, com pouco mais de 10%, mouse, com perto de 7%, e trackpad, com algo próximo de 2%.
All in Ones e NUC
No caso dos All-In-One, que também representam uma forte expectativa da companhia como evolução do desktop, a perspetiva é de continuidade do crescimento de 30% nas vendas.
E sobre o fim dos motherboards para desktops – decisão tomada em janeiro – Skaugen foi direto: “isso não significa que estamos ignorando este canal”. Foi então que ele comentou sobre o fortalecimento do NUC, thin client que transforma qualquer tela em um PC e que permite a ascensão de revendas especializadas em digital signage.
*A jornalista viajou aos Estados Unidos a convite da Intel
Redação
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Pamela Sousa
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