Desburocratizar os negócios com canais é a ordem na IBM

Publicado:

Leitura 3 minutos

Desburocratizar os negócios com canais é a ordem na IBM

A Big Blue já está trabalhando para tornar os negócios via parceiros menos burocráticos e maçantes, construindo uma interface única de ofertas para os canais com os principais objetivos, mercados, produtos e oportunidades em território nacional, e também está reformulando os benefícios e recompensas para os acordos, visando maior clareza no relacionamento revenda e fabricante.

A afirmação pertence a David LaRose, vice-presidente para vendas via canais da IBM para os mercados emergentes, que esteve no Brasil para estreitar o relacionamento com os parceiros e entender as principais dores do canal na hora de fazer negócios.

As melhores notícias de tecnologia B2B
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada

?Em uma reunião com 10 dos meus principais parceiros, ficou muito claro que nós precisamos simplificar o relacionamento, com um discurso mais objetivo, direto ao ponto?, contou LaRose. ?Estamos trabalhando para as coisas mudarem, e as mudanças serão rápidas; já estão acontecendo.?

O executivo afirma que existem cinco motes que levam a três pontos chaves a serem explorados:

Cloud computing, expansão geográfica e Puresystems: estamos falando de uma consolidação de tendência, abrangência de negócios e integração de ofertas. LaRose afirmou que este é o momento de estar ?mais presente, forte e focado? no que abrange esses pontos.

Automação: ?Precisamos fazer melhor e ter um relacionamento mais próximo. Em outras regiões do globo, como a Europa, contamos com um approach mais claro e objetivo quanto a automação e fazemos isso muito bem. Vamos pegar esta experiência, moldar e trazer para o Brasil?, explica;

Continuidade: dar sequência aos negócios no País é um desafio a parte, explica LaRose, que espera contar com bons profissionais e parceiros para que as iniciativas de hoje caminhem para realidades ainda mais simples e objetivas no futuro. ?É uma mescla do que precisamos fazer, quem precisamos ter para dar suporte, e como o canal vai se relacionar com isso para fazer negócios duradouros?, pontua.

?Assim como esses pontos, também está muito claro que contamos com muitos programas de incentivos e várias iniciativas de canais que precisam ser enxugadas e melhor trabalhadas. Vamos agora falar de oportunidade e as habilidades necessárias para ofertar e ter lucro. Quanto mais clareza, melhor para todos?, afirma o VP.

Se os países em desenvolvimento continuarem crescendo, a receita da IBM em Growth Markets, ou mercados emergentes, representará 30% do total da receita global em 2015.

Desde 2005, esses mercados têm expandido sua contribuição à receita da IBM em um ponto a cada ano, tendo crescido pelo menos 8 pontos mais rápido que os países maduros nos últimos 3 anos. Em 2005, a receita da organização de Growth Markets representava 15% da receita da IBM. Em 2011 representou 22%.

Notícias relacionadas

Ver mais Seta para direita