Agentes guardiões terão até 15% do mercado de IA agêntica até 2030

Segundo o Gartner, crescimento da tendência vai exigir guardiões capazes de supervisionar e gerenciar outros agentes

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A imagem representa o conceito de inteligência artificial e assistentes virtuais. Um homem, vestido com uma camisa azul, segura um smartphone enquanto projeções holográficas aparecem sobre sua mão. Os ícones incluem um robô de IA, gráficos de desempenho, um chip eletrônico e uma barra de pesquisa com "Command Prompt:". A cena é iluminada com tons de azul, reforçando a ideia de tecnologia avançada, automação e interação com agentes de IA (agentes de IA, Qlik, IEEE, moltbook), para repsentar nova IA da engineering
Imagem: Shutterstock

Os agentes guardiões –tecnologias baseadas em IA projetadas para monitorar e checar as interações da própria IA – representarão entre 10% e 15% do mercado de IA agêntica, de acordo com o Gartner em relatório divulgado recentemente. Segundo a consultoria americana, esses guardiões funcionam tanto como assistentes de IA quanto como “agentes evolutivos” semiautônomos ou autônomos, capazes de formular e executar planos ou redirecionar e bloquear iniciativas.

“A IA agêntica levará a resultados indesejados se não for controlada com as proteções certas”, diz Avivah Litan, vice-presidente do Gartner. “Os agentes guardiões aproveitam um amplo espectro de recursos de IA agêntica e avaliações determinísticas baseadas em inteligência artificial para supervisionar e gerenciar toda a gama de capacidades do agente, equilibrando a tomada de decisões em tempo de execução com o gerenciamento de riscos.”

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Estes guardiões deverão, segundo o Gartner, gerenciar interações e anomalias, independentemente do tipo de uso. Esse é um pilar “fundamental” de sua integração, diz a consultoria, já que 70% dos aplicativos de IA usarão sistemas multiagentes até 2028, o que exige algum tipo de orquestração automatizada.

“A rápida aceleração e o aumento da autonomia dos agentes de IA exigem uma mudança para além da supervisão humana tradicional”, diz Litan. “À medida que as empresas avançam em direção a sistemas complexos de vários agentes que se comunicam em uma velocidade vertiginosa, os humanos não conseguem acompanhar o potencial de erros e atividades maliciosas.”

Tipos de uso

CIOs e líderes de segurança e IA devem se concentrar em três tipos principais de uso de guardiões, segundo o Gartner. São eles:

  • Revisores: identificar e revisar resultados e conteúdos gerados pela IA quanto à precisão e ao uso aceitável;
  • Monitores: observar e rastrear ações de IA e agênticas para acompanhamento humano ou baseado em IA;
  • Protetores: ajustar ou bloquear ações e permissões de IA e agênticas usando ações automatizadas durante as operações.

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