Gigante japonesa de eletrônicos mantinha escritório na Madison Avenue em Nova York há vinte anos. Movimentação faz parte da estratégia de voltar à lucratividade.
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A Sony vai vender sua sede nos Estados Unidos para levantar 685 milhões de dólares em dinheiro, desfazendo-se de um icônico edifício em Nova York que ocupou por 20 anos. O preço de venda do bem é de 1,1 bilhão de dólares, e a companhia reservará os lucros desse negócio para o ano fiscal atual.
A fabricante japonesa de eletrônicos, que tenta voltar à lucratividade após uma perda recorde no ano passado, disse que vai deixar o edifício Sony Tower nos próximos três anos. A venda é parte de uma reestruturação global que também inclui o corte de milhares de empregos em todo o mundo e o fechamento de fábricas.
Em comunicado à imprensa, a Sony disse que a venda do prédio faz parte de “um conjunto de iniciativas para fortalecer sua base financeira e a competitividade da empresa para o crescimento futuro”. O edifício será vendido a um grupo de compradores liderado pelo The Chetrit Group, companhia de gestão imóveis comerciais.
Eduardo Barros
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