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O vírus ataca arquivos com extensões mp3, mp2, jpg, vbs, js e jse. A vacina da Symantec previne contra o ataque do vírus, mas ainda não há como reparar os danos que ele provocou.
O gerente de suporte da Symantec, José Roberto Antunes, justifica que o vírus apaga os arquivos e cria outros com o mesmo nome, contendo apenas o código fonte do vírus. “É impossível recuperar os danos”, completa Antunes.
A provável origem do Loveletter, como ficou conhecido o vírus, é as Filipinas. O FBI está realizando investigações com o apoio dos provedores locais de acesso à Internet e já tem suspeitos da autoria.
Redação
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Pamela Sousa
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