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O objetivo desse novo framework é dar agilidade ao desenvolvimento de aplicações (time-to-market), ser flexível, deixar as empresas centrarem seus esforços no cliente e melhorar a qualidade e quantidade das informações nas mãos dos funcionários. Segundo Ballmer, a nova revolução será centrado nos dados em si e na troca de informações. Além disso, a personalização e a separação entre o programa que processa o dado e o dispositivo que o mostra serão uma necessidade vital.
Mas, como a empresa irá atingir objetivo de tal magnitude que muda a maneira com que ela fez negócios até agora e que foi a sua fonte de riqueza? São vários os pontos nos quais a Microsoft está investindo para tornar isso uma realidade. Primeiro, na infra-estrutra. Todos os seus produtos, sejam sistemas operacionais, sistemas para servidores e até mesmo os pacotes de produtividade falam XML. Depois, com a remodelação de seus ambientes de desenvolvimento que irão permitir, em breve, a construção de aplicativos compatíveis. O Visual Studio .Net já se encontra no seu primeiro beta e deve estasr disponível até o final do ano.
Além disso, há também o desenvolvimento de iniciativas como a bCentral e uma série de serviços voltados para os indivíduos, por enquanto, denominados de Personal Web Services. No México, o serviço já opera há três semanas e tem mais de 400 adeptos. O Personal Web Services será lançado em meados do ano. E, por fim, na adoção de padrões como HTTP, HTML, SOAP (Simple Object Access Protocol), UDDI (Universal Description, Discovery and Integration) e HTTP.
O importante é que a Microsoft realmente acredita nisso e está apostando alto nessa jogada. E quem achar que não deve se importar, pense novamente. Só nesse evento participam mais de 400 CIOs e desenvolvedores de toda a América Latina que estão sendo bombardeados com essas informações e que, em breve, estarão aplicando seus conhecimentos em novos produtos e serviços.
Redação
6 dias atrás
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Pamela Sousa
6 dias atrás