Compras online aumentam mesmo com economia americana em baixa

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Compras online aumentam mesmo com economia americana em baixa

O provedor de serviços Comscore Networks, por exemplo, registrou, na semana passada, que os compradores online estavavam no caminho para atingir, ou chegar perto, da previsão da empresa de movimentar entre US$ 10 bilhões e US$ 10,25 bilhões no quarto trimestre, excluindo a receita com viagens e leilões.

A maioria dos varejistas da internet, como o eBay e a Amazon.com, não contabilizaram ainda suas vendas. Ambas as companhias agendaram a tarefa para o fim deste mês. Mas outras já contabilizaram: a Yahoo, por exemplo, registrou um aumento de 86% no volume de vendas entre o feriado de Ação de Graças e o Natal, na comparação com 2000.

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E a Microsoft declarou, semana passada, que as compras no portal MSN representaram uma soma de US$ 5,6 bilhões, durante as férias. O site de comparação de preços BizRate também declarou que as vendas online a varejo, durante as férias, cresceram 36%.

De certa maneira, o aumento das compras reflete também o fato de que há mais usuários de internet, e, consequentemente, mais compradores. “Em 2001, houve 14 milhões de pessoas a mais navegando na Web, do que em 2000”, diz Jared Blank, analista da Jupiter Media Metrix. Baseado nas previsões de audiência, a Jupiter Media Metrix esperava que as vendas nas férias fossem maiores, diz ele, mas os números costumam ser ainda melhores do que os previstos.

Os analistas tinham previsões pessimistas para o setor, acreditando que os consumidores gastariam menos em época de recessão. Mas pesquisas recentes mostraram que as vendas melhoraram na semana anterior à do Natal. Os varejistas, incluindo a Wal-Mart e a Target, registraram resultados superiores aos previstos.

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