3 passos para investir em criptomoedas com segurança

CEO de corretora de moedas digitais dá dicas para quem quer diversificar os investimentos sem medo de fraudes

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Foto: Shutterstock

Na última semana, o Grupo Bitcoin Banco veio a público denunciar um esquema de fraude que afetou a plataforma de operações de compra e venda de criptomoeda da companhia. O esquema se aproveitou de uma vulnerabilidade da plataforma para fazer saques duplicados e pode resultar em um rombo de R$ 50 milhões.

Episódios como esse levantam a desconfiança daqueles que pensam em investir em criptomoedas. Afinal, é possível aplicar com segurança? Na visão de Eduardo Tocchetto, CEO da Elliot, corretora de criptomoedas vinculada à corretora digital Warren, é possível, porém é preciso tomar alguns cuidados.

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Na lista abaixo, Tocchetto destaca as responsabilidades que novos investidores em criptomoedas devem assumir para garantir a segurança das transações e de seus investimentos.

Desconfie de promessas de ganho fácil

Como em qualquer mercado de câmbio, as criptomoedas estão sujeitas à volatilidade. Então, não é possível prever ou garantir rentabilidade.  Duvide de garantias de devolução em caso de quebra: Não existe investimento em criptomoedas que seja garantido por seguro ou pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), como a poupança. Se a corretora prometer isso, fuja, indica Tocchetto.

Entenda o investimento

Aplicar em criptomoedas é uma operação para investidores com perfil mais agressivo. Se você é mais conservador e prefere ganhos menores ao risco, é possível que esse investimento não seja para você, aconselha Tocchetto.

Procure uma corretora idônea

O mercado de criptomoedas ainda não é regulado no Brasil. Portanto, é relativamente fácil entrar em uma barca furada. Procure informações sobre a corretora.

Investir em moedas digitais pode ser fácil, seguro e simples, desde que seja feito da forma correta. “A Elliot já nasce com regras de compliance, auditoria e controle bem definidas. Entendemos que dessa forma, trazemos mais segurança para o investidor”, afirma Tocchetto.

 

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