Embratel prepara novo satélite para acelerar digitalização de parabólicas

Chamado Star One D2, aparelho ampliará a qualidade dos sinais enviados a mais de 20 milhões de parabólicas

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embratel — Foto: Facebook Embratel

Anunciado em 2017, o Star One D2 é o décimo segundo satélite da frota da Embratel Start One e o maior já fabricado pela empresa. Previsto para funcionar em 2020, o equipamento será utilizado para a digitalização dos sinais enviados a mais de 20 milhões de parabólicas que atualmente recebem transmissão aberta de TV via satélite.

“A digitalização já é uma realidade para milhões de lares. O lançamento do nosso novo satélite Star One D2 trará ainda mais qualidade nas imagens transmitidas para residências brasileiras”, explica Gustavo Silbert, Diretor Executivo da Embratel.

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O novo aparelho, que irá substituir o Star One C2, permitirá a transmissão de sinais usando os atuais padrões de transmissões analógicas e digitais, como também o novo padrão digital 16APSK/H.265/DVB – S2X. Esse novo padrão permitirá o aumento da oferta de canais recebidos pelas parabólicas apontadas para esta posição.

O Satélite também garantirá a continuidade dos serviços em Banda C (utilizada principalmente em transmissões de TV analógicas e digitais via satélite) e Ku (para TV por assinatura via satélite e conexões de dados). Com a Banda Ku, o satélite irá permitir o fornecimento de capacidade para dados, vídeos e Internet para órgãos do Governo e grandes empresas que atuam nas Américas do Sul e Central, incluindo o México.

Vizinho 5G

A digitalização das parabólicas está em processo acelerado e deverá conviver com a chegada da conectividade 5G pela faixa 3,5GHz, que deve ocorrer nos próximos anos. “Estamos confiantes que as parabólicas em Banda C e os futuros sinais 5G poderão coexistir de forma harmônica”, diz Silbert.

Entre as mudanças necessárias para mitigar eventuais interferências do 3,5GHz terrestre está a implementação de um novo amplificador digital LNBF nas parabólicas. “Acreditamos que esse será o caminho menos oneroso e mais veloz para permitir a convivência dos sinais do 5G e da Banda C, mas esse é um tema que ainda está em discussão por todos participantes dos segmentos impactados”, explica o executivo.

 

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