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5 dicas para ajudar na escolha de uma solução de Data Loss Prevention e ficar em compliance com a LGPD

Desde que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) começou a ser debatida no Brasil, foi possível perceber uma forte demanda por determinadas soluções de Segurança da Informação (SI). Uma delas, inclusive, sempre teve sua importância destacada por profissionais e especialistas em SI e uma possibilidade muito desejável, mas em meio aos orçamentos, muitas vezes, apertados das áreas de Segurança da Informação, sua aquisição era postergada em face a outras prioridades. No entanto, com a aprovação da LGPD e as possíveis multas milionárias, ela voltou para o centro do debate e hoje ocupa um papel fundamental para que as organizações estejam em compliance com a lei. Estou falando da tecnologia de Data Loss Prevention (DLP).

Resumidamente, DLP é uma solução que permite descobrir e gerenciar os dados encontrados no seu ambiente, permitindo classificar, mapear, criar regras para quem o acessa, quem pode descartar, mexer ou transferir, entre tantas outras coisas. Em um cenário no qual os dados se tornaram os principais ativos de uma companhia, administrá-lo bem é o mínimo que os gestores devem fazer para manter tais informações sob proteção.

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Infelizmente, nós não temos uma cultura de Segurança, nem de uso da informação, embora isso venha melhorando ultimamente. Durante anos, as empresas coletaram e armazenaram dados dos clientes sem ao menos saber se seriam úteis para elas um dia. As coisas começaram a mudar com a GDPR na Europa e agora com a LGPD no Brasil, levando tais organizações, ao menos, a refletirem a real necessidade de terem tantas informações assim sob sua responsabilidade. O “novo normal” agora tende a ser que as instituições apenas coletem os dados que realmente fizer alguma diferença para elas.

Em razão disso, as soluções de DLP, que possuem inúmeros recursos para inibir o vazamento de dados, emergiram de uns anos para cá. Tal tecnologia é capaz de proporcionar uma visibilidade sem igual dos dados já armazenados em uma empresa e conceder políticas claras e seguras que ajudem a protegê-los de possíveis vazamentos.

Mas com tantas soluções disponíveis no mercado, quais recursos as tecnologias devem ter para realmente ser eficaz e ajudar você a estar em compliance com a LGPD? Abaixo, selecionei cinco critérios que precisam ser considerados:

1. Recursos Avançados de Tecnologia

Machine Learning, biometria, modelos pré-definidos de classificação de informações e ampla variedade de palavras-chaves pré-definidas auxiliarão as empresas a ficarem em compliance com questões regulatórias

2. Gestão Transparente

Gerenciamento centralizado para qualquer tipo de ambiente, seja OnPremise ou em Cloud para que a empresa consiga administrar suas políticas de DLP, independentemente do ambiente que o seu colaborador esteja.

3. Facilidade de Integração

É importante nos dias de hoje que a solução seja capaz de se adaptar e adequar ao compartilhamento do usuário, adaptando suas definições de segurança com base no comportamento do usuário.

4. Monitoramento Contínuo

A capacidade de monitorar e tomar medidas de proteção por meio de todos os meios de comunicação que um usuário poderia utilizar a partir de um dispositivo corporativo para compartilhamento de informações, sejam eles via E-mail, Internet, Aplicações WEB, aplicativos de Chat, e software de produtividade.

5. Visibilidade

Possibilitar a execução e extração de relatórios customizáveis para auxiliar aos administradores e gestores na melhor tomada de decisão.

*Robson Giovanelli é diretor de TI da Content

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Redação
Tags: Data Loss PreventionLGPD
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