Padrões comuns entre inovações de modelos de negócios mais recentes mostram como sua empresa pode estar mais próxima desse momento do que imagina
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Empresas legadas estão caindo como dominós diante de companhias que promovem a disrupção. Tecnologias emergentes e os novos modelos de negócios criaram formas diferenciadas de atender aos clientes. Da mesma forma que o Airbnb, o Uber e o LinkedIn mudaram fundamentalmente as indústrias de hospedagem, táxi e recrutamento, respectivamente, titãs como Amazon, Google e Facebook estão agora preparados para levar a disrupção para todos os setores, como seguradoras de saúde e mercearias. É seguro dizer que nenhuma indústria ficará intacta – mas será você o próximo?
Megan Beck, CIO da OpenMatters, empresa de machine learning, e Barry Libert, CEO da OpenMatters, indicaram em artigo no site MIT Management Review que os sinais de disrupções já estão por aí. Basta ver a Amazon. Quem diria que a empresa compraria a Whole Foods?
Os especialistas analisaram padrões comuns entre inovações de modelos de negócios mais recentes e determinaram três sinais principais de que sua indústria pode estar à beira de grandes mudanças. Confira abaixo.
Embora as regulamentações tenham uma longa tradição de proteger empresas de novos entrantes no mercado, isso pode não ser verdade no futuro – como já vem se mostrando realidade no presente. Indústrias com alta regulamentação muitas vezes sofrem de complacência, pois podem não ter que se preocupar com a experiência do cliente ou otimizar as operações. No entanto, a tecnologia emergente está mudando esse panorama.
Anos atrás, pessoas provavelmente não teriam previsto que transformar seus quartos dos fundos em pseudo-hotéis e divulgá-los em aplicativos seria um empreendimento acessível e lucrativo. Os regulamentos referentes a hospedagem em hotéis não se aplicavam claramente ao aluguel do Airbnb, permitindo que a startup acelerasse o alcance do usuário rapidamente.
O Airbnb cresceu rapidamente e tornou-se um grande player do mercado. Essa e outras tantas histórias mostram que no momento em que os regulamentos se aproximam dos disruptores, eles podem já ter conquistado seus clientes e participação de mercado.
O segundo sinal da disrupção mira empresas que seus modelos de custo são difíceis de entender para os clientes. Esta é frequentemente a situação quando há um ou mais intermediários entre o ponto de origem do produto ou serviço e o cliente.
Transferências na cadeia de suprimentos geralmente aumentam os custos sem agregar valor e podem contribuir para a má experiência do cliente. Um bom exemplo é como a Tesla vende carros diretamente aos consumidores, eliminando da cadeia as concessionárias. Isso melhora muito a experiência dos clientes, a maioria dos quais odeia o aborrecimento e as pechinchas dos revendedores de automóveis.
O terceiro sinal geralmente existe como um efeito colateral dos dois primeiros: seu setor não é otimizado para as expectativas dos clientes modernos, o que significa que eles não têm o prazer de interagir com você. Isso geralmente acontece em setores no qual o consumidor não tem muitas opções e está comprometido com o fornecedor por necessidade.
Pergunte-se: os clientes reclamam regularmente da experiência de fazer negócios conosco? A indústria de táxis é um exemplo que exibiu pontos de dor começando a terminar. Os passageiros não tinham praticamente escolha, pegando qualquer que fosse o táxi disponível, independentemente de segurança, limpeza ou facilidade de pagamento. O Uber melhorou dramaticamente a experiência – mesmo considerando seus muitos tropeços ao longo do caminho. O mesmo também pode ser dito para a experiência de comprar um carro ou colchão, ambos os quais foram simplificados por disruptores.
Redação
5 dias atrás
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Pamela Sousa
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